Menu

Fabio Fiss

Be brave enough to live creatively

Alan Watts

“We are living in a culture entirely hypnotized by the illusion of time, in which the so-called present moment is felt as nothing but an infintesimal hairline between an all-powerfully causative past and an absorbingly important future. We have no present. Our consciousness is almost completely preoccupied with memory and expectation. We do not realize that there never was, is, nor will be any other experience than present experience. We are therefore out of touch with reality. We confuse the world as talked about, described, and measured with the world which actually is. We are sick with a fascination for the useful tools of names and numbers, of symbols, signs, conceptions and ideas.”

(more…)

Notes on Scarcity, Curation and Information

Vannevar Bush's differential analyzer

In an information-rich world, the wealth of information means a dearth of something else: a scarcity of whatever it is that information consumes. What information consumes is rather obvious: it consumes the attention of its recipients. Hence a wealth of information creates a poverty of attention and a need to allocate that attention efficiently among the overabundance of information sources that might consume it.

— Simon, H. A. (1971) “Designing Organizations for an Information-Rich World” in: Martin Greenberger, Computers, Communication, and the Public Interest, Baltimore. MD: The Johns Hopkins Press. pp. 40–41.

(more…)

The Internet’s Own Boy: The Story of Aaron Swartz

I’ve been thinking about Aaron Swartz a lot lately. I believe everyone that works with the Internet and the web should watch the documentary “The Internet’s Own Boy: The Story of Aaron Swartz”. (more…)

Ausência

Eu deixarei que morra em mim o desejo de amar os teus olhos que são doces
Porque nada te poderei dar senão a mágoa de me veres eternamente exausto.
No entanto a tua presença é qualquer coisa como a luz e a vida
E eu sinto que em meu gesto existe o teu gesto e em minha voz a tua voz.
Não te quero ter porque em meu ser tudo estaria terminado
Quero só que surjas em mim como a fé nos desesperados
Para que eu possa levar uma gota de orvalho nesta terra amaldiçoada
Que ficou sobre a minha carne como uma nódoa do passado.
Eu deixarei… tu irás e encostarás a tua face em outra face
Teus dedos enlaçarão outros dedos e tu desabrocharás para a madrugada
Mas tu não saberás que quem te colheu fui eu,
porque eu fui o grande íntimo da noite
Porque eu encostei minha face na face da noite e ouvi a tua fala amorosa
Porque meus dedos enlaçaram os dedos da névoa suspensos no espaço
E eu trouxe até mim a misteriosa essência do teu abandono desordenado.
Eu ficarei só como os veleiros nos portos silenciosos
Mas eu te possuirei mais que ninguém porque poderei partir
E todas as lamentações do mar, do vento, do céu, das aves, das estrelas
Serão a tua voz presente, a tua voz ausente, a tua voz serenizada.


—Vinicius de Moraes

Depois de ter você

Maria Betânia e Adriana Calcanhoto

Depois de ter você
Pra que querer saber
Que horas são?

Se é noite ou faz calor
Se estamos no verão
Se o sol virá ou não
Ou pra que é que serve
Uma canção como essa?

Depois de ter você
Poetas para quê?
Os deuses, as dúvidas
Pra que amendoeiras pelas ruas?
Para que servem as ruas?
Depois de ter você…

Where are you going, Frank?

Where are you going tonight, Frank?
Some place exotic?

Louis C.K. on love and relationships

Louis C.K. is a genius whenever he speaks about these topics. (more…)

AFOL: A Blocumentary

J.K. Rowling and the Wizarding World in 2016

Gratitude

Oliver Sacks writing in his study room